Ronaldo crava “grupo acessível”, mas faz alerta forte sobre Brasil na Copa do Mundo
- 21/03/2026
O Brasil conheceu seus adversários na fase de grupos da Copa do Mundo e já começou a gerar debate. A Seleção caiu em uma chave com Marrocos, Escócia e Haiti. Em entrevista à CNN, Ronaldo Fenômeno analisou o cenário. Para ele, o grupo é favorável. Confira as melhores odds para a Copa do Mundo nos principais operadores do Brasil e garanta a diversão torcendo pela nossa Seleção.
Apesar da avaliação positiva, o ex-atacante fez questão de manter os pés no chão. Ronaldo destacou que, mesmo sendo um grupo acessível, a Copa exige atenção máxima. O pentacampeão reforçou que não há espaço para relaxamento.
“Nosso grupo é acessível. As primeiras impressões são de que é acessível, difícil, mas acessível, exatamente porque, tratando-se de Copa do Mundo, não vai ter nada fácil. Eu acho que principalmente contra Marrocos e Escócia, vamos ter uma certa dificuldade.”
Caminho exige consistência
Ronaldo também destacou a mentalidade necessária para buscar o título. Segundo ele, uma seleção campeã precisa superar qualquer adversário. A cobrança é por desempenho constante. Não basta apenas avançar na fase de grupos.
“Mas eu acho que, uma seleção que quer ser campeã do mundo, ela tem que superar seus adversários na primeira fase, na segunda fase, nas quartas de final, oitavas, semifinal. Não tem outra saída, não tem outro pensamento. Tem que pensar em vencer os jogos.”
A fala reforça a exigência interna por resultados. O Brasil chega pressionado por desempenho recente. A equipe busca recuperar protagonismo. O início da campanha será fundamental.

Brasil fora do topo entre favoritos
Mesmo reconhecendo o peso da camisa da Seleção, Ronaldo fez uma análise direta. Para ele, o Brasil não chega como principal favorito ao título. Outras seleções vivem melhor momento atualmente.
“Eu acho que a Seleção sempre vai ser favorita. O resto do mundo do futebol não vê o Brasil tão favorito, justamente porque tem seleções jogando melhor. Eu acho que a Espanha está jogando melhor, a França está jogando melhor. A Alemanha é sempre muito competitiva, e a Argentina também.”
Ainda assim, o ex-jogador acredita em crescimento ao longo do torneio. A tradição pode pesar nos momentos decisivos. O histórico da Seleção em Copas segue como diferencial.
“Por esse motivo, eu acho que a gente não chega com grande favorito para a Copa do Mundo. Apesar de que, chegando lá, a Amarelinha, ela é pesada, e eu acho que a gente tem uma grande possibilidade, grande chance de começar crescendo durante a competição, ganhando força. Aí, quem sabe, pode surpreender.”




