Fifa fecha acordo com estatal chinesa e encerra impasse às vésperas da Copa
- 15/05/2026
O acordo entre a FIFA e o grupo estatal China Media Group encerrou um impasse que se arrastava às vésperas da Copa do Mundo de 2026. A negociação, concluída a menos de um mês do torneio, redefine o acesso do público chinês à principal competição do futebol.
Diferentemente de ciclos anteriores, quando os direitos eram fechados com ampla antecedência, o cenário atual foi marcado por incerteza até os momentos finais.
O impacto imediato foi sentido nas redes sociais locais, com forte repercussão entre torcedores que temiam ficar sem acesso aos jogos, mas agora garantiram o a transmissão.
Acordo amplia alcance e inclui novos ciclos da Copa
O contrato firmado vai além da edição de 2026 e inclui também os Mundiais masculinos de 2030, além das Copas femininas que serão disputados em 2027 e 2031.

Outro ponto de mudança está na distribuição. Se antes o foco era concentrado na televisão tradicional, agora o acordo contempla múltiplas plataformas, incluindo meios digitais e mobile.
Negociação tardia contrasta com histórico da China no mercado
Historicamente, a China sempre tratou os direitos da Copa do Mundo como prioridade estratégica, fechando contratos com antecedência e promovendo campanhas robustas antes do torneio.
Ainda sem valores oficiais divulgados, estimativas apontam que apenas os direitos da Copa de 2026 giram em torno de 60 milhões de dólares. A confirmação do acordo não apenas garante a transmissão, mas também reposiciona a China dentro do ecossistema global da Copa do Mundo




