Fernando Diniz explica mudança que causou impacto positivo em nova postura de Rodrigo Garro
- 10/04/2026
Fernando Diniz começou sua trajetória no Corinthians como mandam os manuais: vitória fora de casa, placar limpo, adversário controlado. O 2 a 0 sobre o Platense, em Buenos Aires, pela estreia na Libertadores, entregou o essencial e abriu boas expectativas para a Fiel Torcida.
Em sua entrevista, Diniz abordou sua primeiras impressões em análise ao Timão. Diniz foi direto ao ponto sobre o que precisou mudar e destacou que não precisou fazer intervenções muito complexas, pois encontrou uma equipe com um trabalho desenvolvido.
“Não peguei terra arrasada, pelo contrário. O time ganhou dois títulos recentemente. Era mais uma questão de retomar a confiança e o ânimo. Fiz ajustes pequenos, principalmente de posicionamento, como a entrada do Kayke, o retorno do Garro e o André mais próximo do Raniele”, afirmou o treinador.
Diniz quer potencializar ainda mais Rodrigo Garro
Diniz também abordou o desempenho de Rodrigo Garro, O meia argentino, que vivia um momento irregular, deu as assistências para os dois gols e foi peça-chave na vitória.
“O Garro é muito talentoso. Sei que ele vinha de uma fase menos brilhante, mas tem tudo para se recuperar. Vou fazer o possível para deixá-lo à vontade dentro da minha ideia de jogo. Sempre foi difícil enfrentá-lo. É criativo e também trabalha muito. Acho que hoje já mostrou que pode voltar ao nível que sabe”, destacou Diniz.
O treinador comentou sobre os ajustes que fez. Mesmo com poucos treinos, já começou a desenhar o time à sua imagem: bola no chão, protagonismo técnico, jogadores que pensam o jogo antes de simplesmente reagir a ele. Nesse contexto, nomes como o já citado Garro e Bidon ganham centralidade. Não por acaso. São peças que dialogam com a ideia de um futebol menos apressado, mais elaborado — algo raro em um ambiente que costuma confundir intensidade com pressa.
Mobilidade e sistema defensivo receberam atenção especial

“Para esse jogo, priorizamos o aspecto defensivo e a sustentação da marcação mais alta. Também inserimos um pouco mais de mobilidade. Com o tempo, a equipe vai se beneficiar ainda mais, principalmente jogadores que gostam de ter a bola”, concluiu Fernando Diniz.




