Agustín Giay vira aposta do Palmeiras, adia saída agora e mira janela mais vantajosa no meio do ano
- 26/01/2026
O Palmeiras iniciou 2026 com uma definição clara sobre o futuro de Agustín Giay. Internamente, a avaliação é de que este não é o momento ideal para negociar o lateral, mesmo diante do interesse crescente do futebol europeu.
Segundo pessoas ligadas ao estafe do jogador, a janela do meio do ano tende a ser mais vantajosa tanto esportiva quanto financeiramente. A ideia é que Giay tenha espaço e sequência nesta primeira metade da temporada para se valorizar ainda mais com a camisa alviverde.
O entendimento é compartilhado entre jogador, representantes e clube. Uma saída agora poderia limitar o retorno financeiro e interromper um processo de adaptação que ainda está em curso no elenco comandado por Abel Ferreira.
Europa observa, mas sem pressa
Mesmo sem negociação imediata, Giay segue no radar de clubes importantes do futebol italiano. Napoli, Roma e outras equipes monitoram de perto o desempenho do lateral e mantêm relatórios atualizados sobre sua evolução.

A expectativa do estafe é que, com minutos em campo e maior protagonismo, propostas mais consistentes cheguem ao Palmeiras a partir da abertura da janela europeia do meio do ano. Até lá, a orientação é focar exclusivamente no desempenho esportivo.
No Verdão, a leitura é semelhante. A diretoria entende que o mercado costuma aquecer nesse período e que negociações realizadas entre julho e agosto tendem a ser mais competitivas e vantajosas.
Valores e cenário traçado
Nos bastidores, o Palmeiras trabalha com valores entre 15 e 18 milhões de euros para abrir conversas por Giay. A cifra é vista como compatível com o potencial do jogador e com a realidade do mercado europeu para laterais jovens e físicos.
Até lá, o clube aposta no crescimento técnico do argentino e acredita que a sequência de jogos pode consolidá-lo como peça importante do elenco. A permanência também ajuda no planejamento esportivo da temporada.
Com isso, o Verdão ganha tempo, protege um ativo valorizado e mantém o controle do processo, sem pressão externa para acelerar uma negociação que pode render mais no futuro.




